Tem ensaio que a gente produz. E tem ensaio que simplesmente acontece. Esse foi do segundo tipo.
Sal na Pele é praia, sol, água batendo, e a Sara à vontade — nada forçado, tudo verdadeiro.
Meu papel foi só não atrapalhar: ler a luz, esperar o instante e deixar a naturalidade mandar.
Desses trabalhos que lembram por que a fotografia me ganhou.

